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domingo, 23 de agosto de 2020

Cerca de 15% dos estudantes não tiveram atividades em julho, na Paraíba

 

Foto: Paula Fróes/GOVBA

Cerca de 15% dos estudantes de 6 a 29 anos da Paraíba, o que equivale a 144 mil pessoas, não tiveram atividades escolares em julho, como apontado pela PNAD COVID19, estatística experimental divulgada nessa quinta-feira (21), pelo IBGE. A educação está entre os novos temas relacionados à pandemia que foram investigados pelo levantamento, nessa edição. O percentual estadual foi menor do que os observados no Brasil (19,1%) e no Nordeste (26,3%).

Foto: divulgação/IBGE

Esse resultado indica que a maioria dos estudantes paraibanos, outros 765 mil (80,9%), teve atividade nesse período, enquanto 37 mil (3,9%) não tiveram porque estavam de férias. No cenário nacional, a situação é um pouco diferente, com 72% dos alunos com atividades e 8,9% de férias.

No estado, a proporção daqueles que não tiveram atividades foi maior entre os que frequentam o Ensino Superior (29,1%), que também teve o maior percentual dos que estavam de férias (13,6%); seguida pela dos que estão no Ensino Médio (13,3%); e pela dos que estão no Ensino Fundamental (11,8%). Conforme a pesquisa, a maior parte dos alunos (68,6%) tiveram atividades em 5 dias da semana.

Entre as classes de renda, o maior percentual de estudantes que tiveram atividades disponibilizadas (82,4%) foi verificado nos domicílios em que o rendimento domiciliar per capita era de meio a menos de 1 salário-mínimo. Já a menor proporção (66,7%) foi constatada nas residências em que esse valor era de dois a menos de quatro salários-mínimos, que também
apresentou o maior percentual (13,2%) de casos em que o estudante não teve atividades porque estava de férias.

Foto: divulgação/IBGE

Entre os estudantes pretos e pardos, 81,1% tiveram atividades em julho, proporção similar à observada entre os brancos, que foi de 80,7%. No comparativo entre alunos homens e mulheres, a diferença é um pouco maior: no grupo feminino o indicador foi de 83,1% e, no masculino, de
78,7%.

Em mais de 80 mil domicílios da PB algum morador solicitou empréstimo durante a pandemia

Em aproximadamente 87 mil domicílios paraibanos, cerca de 6,9% do total, algum morador solicitou empréstimo durante a pandemia, até julho, conforme a PNAD COVID19. A proporção ficou acima das registradas nas médias brasileira (5,9%) e nordestina (5,5%).

Do total de domicílios que solicitaram, 71 mil obtiveram o empréstimo, enquanto 16 mil tiveram o pedido negado. Em 82,2% dos casos, a principal fonte do empréstimo foi um banco ou financiadora; em 18,5%, foi um parente ou amigo; e, em 2,1%, foi outro local ou pessoa.

Na maior parte dos domicílios que solicitaram e conseguiram empréstimo, cerca de 64 mil residências, o rendimento domiciliar per capita era de até menos de dois salários-mínimos. Entre aqueles que não conseguiram, a presença dessa faixa de rendimento também era maior.

Foto: divulgação/IBGE

Quase todos os domicílios da Paraíba têm máscaras e itens de higiene

A pesquisa mostra ainda que, em julho, quase todos os domicílios paraibanos tinham itens básicos de higiene e proteção contra a Covid-19, como sabão ou detergente para higienizar as mãos (99,3%), máscara (99,4%) e água sanitária ou desinfetante (98,9%) para limpeza da casa.

O álcool 70%, indicado para uso contra o vírus, estava presente em 94,9% dos domicílios e as luvas descartáveis, por sua vez, em apenas 35,7% dos domicílios, no estado. Segundo os dados da PNAD COVID19, a presença desses dois itens nos domicílios crescia conforme o aumento das categorias de rendimento.

A pesquisa indica ainda que, majoritariamente, a população paraibana adotou alguma medida de isolamento social. Cerca de 46,3% das pessoas ficaram em casa e só saíram por necessidade básica; 26,2% ficaram rigorosamente isoladas; 24,8% reduziram contato, mas continuaram
saindo de casa e/ou recebendo visitas; e 2,5% não fizeram restrições.

Foto: divulgação/IBGE
Foto: divulgação/IBGE


Fonte: Paraiba.com.br / IBGE

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Ricardo entrega mais duas obras que garantem água para moradores da região de CG

O governador Ricardo Coutinho entrega, nesta segunda-feira (28), duas importantes obras hídricas para a região de Campina Grande: a 4ª Adutora de Água Tratada de Campina e do Sistema Adutor de Pocinhos/São José da Mata. Nestas duas obras, que vão garantir a chegada de água nas residências regularmente, os recursos investidos ultrapassam R$ 42 milhões. 
Data: 28/08/2017 (segunda-feira) 
– Ato das Águas e Inauguração da Adutora de Água Tratada Gravatá/Campina Grande
Hora: 10h
Local: Centro de Formação de Educadores de Campina Grande.
Av. Francisco Lopes de Almeida, s/n, Malvinas - Campina Grande/PB.
– Inauguração da Adutora de Água Tratada Campina/São José da Mata
Hora:15h
Local: Rua Francisco de Sousa Nogueira, s/n, Centro – São José da Mata/PB
(na sede da Cagepa)
– Inauguração da Adutora de Água Tratada Campina/Pocinhos
Hora: 16h
Local: Rua Cônego João Coutinho, s/n, Centro - Pocinhos/PB
(em frente à sede da Cagepa)

Fonte: Paraiba.com.br / Secom PB

terça-feira, 8 de março de 2016

João Pessoa é a segunda capital do Nordeste com maior investimento em saúde


Uma das UPAs de João Pessoa
Pesquisa nacional realizada pelo Conselho Federal de Medicina, em parceria com a ONG Contas Abertas, apontou a cidade de João Pessoa como a segunda capital do Nordeste a realizar os maiores investimentos em saúde pública da região.
O levantamento mostra que a Capital paraibana aplicou, em 2014, R$ 652,3 milhões em saúde, o que significa um investimento de R$ 2,26 por habitante ao dia. O valor está acima da média das capitais brasileiras, que é de R$ 1,87/dia, por pessoa. A cidade também está posicionada entre as dez com melhor execução orçamentária na área.
“Desde que assumiu a Prefeitura de João Pessoa, o prefeito Luciano Cartaxo tem se empenhado em reestruturar a Rede Municipal de Saúde, requalificando antigas unidades de atendimento, e inaugurando novas, a exemplo da UPA do Valentina. Ao longo da gestão, já são 19 ações em Unidades de Saúde da Família (USF), entre construídas ou reformadas. Ao todo, um investimento de mais de R$ 12,5 milhões”, informa o secretário de Saúde, Adalberto Fulgêncio.
Para o prefeito Luciano Cartaxo, o reconhecimento de que o município está entre os que mais investem em saúde no Nordeste, e no País, é reflexo de um trabalho de planejamento e atenção a todas as etapas do serviço, desde o atendimento médico até a melhoria da infraestrutura das USFs.
“A qualidade do serviço de saúde também passa pela organização e estruturação das Unidades de Saúde da Família, que são a porta de entrada para todo o sistema”, disse Cartaxo. Segundo o prefeito, a melhoria na infraestrutura das unidades – equipadas com farmácias, consultórios médicos e odontológicos e salas de vacina -, se reflete no bem-estar de pacientes e profissionais. “Estamos reestruturando e ampliando toda a rede de saúde para garantir um atendimento mais qualificado à população”.
O secretario Adalberto Fulgêncio reforça que 22% do orçamento do município é direcionado à saúde, valor bem superior ao limite mínimo estabelecido pela Constituição Brasileira, que é de 15% da receita municipal. Segundo ele, o investimento na Capital paraibana é realizado de forma equilibrada entre os três níveis de atenção – básica, média e alta complexidade.
“Nossa rede de atenção básica, por exemplo, é composta por 191 equipes de Saúde da Família, com médico, dentista e enfermeiro. Também temos 192 profissionais das mais diversas especialidades atuando no Núcleo de Apoio à Saúde da Família, a exemplo de psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas, entre outros. Isto sem falar em programas inovadores, como o Cuidador Familiar, voltado ao atendimento de pessoas com dificuldade de locomoção e que vivem em situação de vulnerabilidade social”, detalha.
Fulgêncio afirma ainda que, seja na rede própria ou contratada, o município tem se destacado pela oferta de diversas especialidades. “Dentre elas podemos citar o atendimento na área de Oftalmologia, especialmente quando se trata de realização de cirurgias de catarata, tratamento do glaucoma e de descolamento de retina. Ainda cobrimos 100% dos usuários com doença renal crônica que precisam realizar hemodiálise semanalmente”, conclui.
Fonte: Portal Correio